Há duas alturas da vida em temos certezas: quando sabemos que sabemos ou quando sabemos que não sabemos. Não existem meios termos para estes factos, ou é, ou não é. É simples.
Porém, o problema nasce no período de transição de uma certeza para a outra, porque há sempre aquela derradeira e mítica pergunta, que a nós, um normal ser humano que vai vagueia pela imensidão da Terra, nos vais confundido e pondo em dúvida: "tens a certeza?". Pois bem, quando é que se tem a certeza que sabemos alguma coisa? Qual é o teste que se faz ao consciente para verificar se se sabe ou se não sabe?
Há também mil e uma formas de errar e de nos iludirmos. Eu posso insistir horas a fio com o meu consciente que de facto, tenho a certeza, mas pouco depois, se o meu subconsciente se lembrar que afinal eu não tenho assim tanta certeza, vai tudo por água abaixo. (Notemos que a inflência do subconsciente no consciente é relativamente superior à influência do consciente no subconsciente, o que não deveria acontecer, é verdade.)
A questão das certezas é um questão pessoal, tal como a questão das decisões. É fácil ou díficil tomar uma decisão?
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