Odeio ter perguntas dentro da minha cabeça e não ter a resposta em nenhum dos degraus que está dentro dela. Pareço uma criança encantada com um brinquedo que anda a "namorar" pela televisão em Março para só o ter no Natal. O brinquedo não sai da cabeça, é o único tema que realmente sabemos debater numa conversa, é tudo o que queremos, apesar da perfeita noção que não o podemos ter. Com o passar do tempo vai-nos elouquecendo, levando-nos a um pricípicio tal que damos por nós, num determinado segundo, a pensar "salto ou não salto?"
Quais os prós e contras dessa atitude? Se não saltar vou voltar ao que era, ao cenário que vivia e aos problemas que não fui capaz de ultrapassar e que foram ficando recalcados no meu inconsciente. Teria que aprender a lidar com isso. Por outro lado, se saltasse, estaria a ir pelo caminho mais fácil, fugiria de tudo e mais ninguém poria a vista em cima. Morri. Ponto final.

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